the carvalhocadu's posterous

Os tweets com mais de 140 caracteres do @carvalhocadu sobre tecnologia, artes e coisas afins.

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      9 Apr 2012

      Isaac Asimov, de volta para o futuro

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      Aviso: este post contém spoilers leves de "A máquina do tempo" (H. G. Wells), spoilers médios de "O fim da eternidade" (Isaac Asimov) e spoilers pesados da trilogia "Back to the Future" (Robert Zemeckis).

      A possibilidade de viajar no tempo foi um dos maiores alimentos para criação de obrasliterárias, dentre as quais algumas falharam miseravelmente e outras tornaram-se obras-primas. É, também, anterior à ficção científica, nutrida pela mágica e pelo sobrenatural. Um exemplo é "Um Cântico de Natal" ("A Christmas Carol", Charles Dickens), em que fantasmas eram responsáveis por levar Scrooge, sem seu consentimento, para seu passado e futuro.

      The_time_machine
      Introduzida na ficção científica por H. G. Wells em "A máquina do tempo", a viagem temporal neste instante deixou de ser algo sobrenatural e tornou-se algo palpável e sob controle. No entanto, a viagem do livro é apenas de ida e volta para um futuro muito distante, dividido entre os Elói e os Morlock. Anos mais tarde, começariam a chegar as primeiras histórias em que o passado seria explorado e, conforme a possibilidade, reescrito, e isso alimentou ainda mais a cabeça de escritores e roteiristas; entre eles, Bob Gale, o responsável por solucionar a trilogia "Back to the Future", de Robert Zemeckis.

      Back to the Future, por sua grandiosidade, dispensa apresentações. Dentre várias qualidades, uma delas é a de ser um caso à parte sobre evolução e resolução de personagens: todos são bem resolvidos em meio a uma trama de eventos que aconteceram e que ainda vão acontecer, e ficam muito poucas pontas desamarradas na história. Ao longo de três filmes, Marty McFly tem sua pequena dose dos fantasmas de Scrooge, vendo como foi o passado de seus pais, o futuro de seus filhos e a lição que deveria aprender para que seu futuro não fosse o presente ao qual seu pai estava fadado antes da virada do primeiro filme.

      (Aviso: ao clicar para ver o restante do texto, haverá spoilers pesados dos filmes e do livro. Se não os viu, você é um maluco vá vê-los agora!!)

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      30 Mar 2012

      Especial: 20 anos de Andrea Moda

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      1992 foi um ano especial para a Formula 1 por três motivos. Primeiro: foi o último ano até agora a ter uma mulher "disputando" grandes prêmios (entenda como quiser a Giovanna Amati entrar como piloto pagante e não conseguir sequer se qualificar nas três corridas em que se inscreveu). O segundo até deveria ser tema de um post, mas que seria muito mais honorário do que hilário: a famosa Williams Renault FW14B, um dos melhores carros que já estiveram na categoria (e disparadamente o melhor carro daquele ano), e que rendeu a Nigel Mansell seu único título de campeão.

      Por fim, o terceiro motivo é justamente o contrário: podemos falar do pior carro daquele ano, da equipe que disputa com Coloni e Life o posto de pior equipe da história da Formula 1, a Andrea Moda Formula.

      92-roberto-moreno-monaco
      Pouca gente lembra dela (porque poucas vezes ela correu de fato), daqueles dois ex-Colonis pretos que só correram em duas corridas naquele ano. Isso é, inclusive, o retrato do fim de uma era marota da F1, em que a regra dos 107% não era simplesmente inútil e, se a equipe não fosse boa o suficiente, ela tinha que encarar a pré-qualificação. Se a HRT Hispania sofre para colocar carros na pista hoje, calcule como era naquela época.

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      23 Mar 2012

      Veneno de bilheteria, de Alex Robinson

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      Desde o início do ano eu gostaria de ter falado desta obra-prima dos quadrinhos independentes; para o bem da verdade, desde o episódio 148 de quadrinhos do Matando Robôs Gigantes, em que conheci "Fracasso de Público" (Box Office Poison, Antarctic Comics / Top Shelf Comics). Lançado como compêndio em 2001, a obra de Alex Robinson foi dividida em três volumes aqui no Brasil, sob a batuta do editor Maurício Muniz e da Gal Editora. O primeiro volume chegou às livrarias em 2009, e o terceiro volume findou a história de Sherman, Ed e seus amigos no início de março.

      (download)
      Click here to download:
      veneno-de-bilheteria-AivcFilFFEJkxExqvsCj.zip (434 KB)
      Por onde foi lançado, não deixou de arrancar elogios e foi agraciado com um Prêmio Eisner, e todos esses louros não são infundados: é uma graphic novel que fala de muita coisa. Passeia entre interlocuções dos personagens com o leitor, metalinguagem do mundo (perverso) dos quadrinhos, dramas pessoas, e um grupo de amigos que não está tão distante de nós leitores. As situações vividas pelos personagens são tão próximas da realidade que identificam-se facilmente com situações do dia-a-dia do leitor.

      A maioria dos personagens principais vive o início da vida adulta, por isso "Fracasso de Público" acaba sendo tão especial para o leitor jovem adulto (checked!). É uma fase da vida em que o conflito entre responsabilidades e inconsequências leva a pessoa a aprender a ser adulto por meio de erros banais, até estúpidos, mas que existem para o aprendizado. Mais ou menos como o dilema entre jogar o videogame de última geração e ir ao banco pagar uma das infindas prestações dele, ou quando se descobre que não repetir uma roupa durante a semana é mais complicado e dispendioso do que parece.

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      5 Mar 2012

      Os carros da Fórmula 1 em 2012

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      Estive aguardando as equipes mostrarem seus carros para poder finalmente voltar a falar alguma coisa de Formula 1 por aqui. O maior problema, até aqui, é que não dá muito gosto falar da grande maioria dos carros deste ano, e a explicação é razoavelmente simples. A altura máxima dos cockpits é regrada em 62,5cm, enquanto a altura máxima dos bicos das rodas até a ponta é de 55cm. Para equipes que gostam de cockpits altos (tendência que a RBR lançou), a solução foi criar esse desnível de 7,5cm que ficou parcamente resolvido em várias equipes. Apenas McLaren, Marussia Virgin e a HRT abriram mão.

      Sauber_ornitorrinco

      (pérola deste post do blog Voando Baixo)

      A Caterham foi a primeira a expôr a gamibarra, levemente suavizada com um sulco interno. Em seguida, a Ferrari mostrou seu carro e a primeira constatação foi a de que o bico foi feito com peças de Lego, e a torcida italiana obviamente adorou. A Lotus tentou disfarçar, mas logo todo mundo mostrou seus carros com tábuas de passar roupa no lugar do bico. A comparação mais carinhosa (e sagaz) foi feita pela própria Sauber, ao colocar um ornitorrinco de pelúcia sobre o carro durante os testes em Jerez de la Frontera. O resumo da ópera: se olharmos apenas os carros, a Formula 1 está mais feia do que bater em mãe.

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      26 Feb 2012

      Escrevendo sobre nada: o que aconteceu aos seis filhos do Bowser?!

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      "Escrevendo sobre nada" é uma pequena série que tentarei manter conforme o tempo. São apenas textos com análises de qualquer coisa com o efeito de não levar talvez a nenhuma conclusão, senão termos escrito, pensado e analisado sobre... nada! ;)

      Quem tem a (in)felicidade de seguir-me no twitter foi presenteado com a seguinte declaração:

      Sinal da velhice: quando você desiste de explorar 100% do mundo de Super Mario World para zerá-lo em 15 minutos.

      — Cadu Carvalho (@carvalhocadu) fevereiro 25, 2012

      Devo ter completado esse jogo pelo menos uma dezena de vezes, em quase todas explorando todas as fases e caminhos possíveis: desbravando os caminhos no meio da Forest of Illusion, atravessando o Special World dentro da Star Road que transforma os Koopa Troopas em Mask Koopas... enfim, não deve ter muita coisa desse jogo que eu desconheça. Tem seus méritos, deve ser o Top 1 dos jogos de SNES para muita gente (está em quinto lugar na minha preferência), e ao invés de ficar comentando o quanto esse jogo é bom (não trabalho com isso nem sei fazê-lo profissionalmente, sorry), prefiro apresentar um "problema" que existe no jogo.

      Super-mario-world

      Não é bem um problema, não se trata de um bug ou algo assim. É apenas um exercício de pensamento que fazemos ao pensar no que pode ter acontecido aos seis filhos do Bowser que deixamos de derrotar ao pegar o atalho da Star World que leva direto para o castelo do Bowser, assim que você derrota Iggy Koopa, pega a chave na Donut Plains 1, vai para o lago, depois para a casa mal-assombrada secreta, e daí para quatro fases dentro da Star Road até chegarmos na porta da frente do big boss do jogo. Num estado sul-coreano de espírito, é possível fazer essa corrida em 10 minutos no máximo.

      Ok, derrotamos Iggy, derrotamos Bowser, salvamos a princesa Peach Toadstool, voltamos ao ponto de partida na Dinossaur Land e... e o que acontece com Lemmy, Roy, Wendy, Ludwig, Morton e Larry??!!

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      18 Feb 2012

      PL 170/06: A lei anti-games e o individualismo criminoso

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      Games sempre foi um assunto complicado no Brasil. Não falo de jogos, não falo de ir numa loja de brinquedos e a variedade de produtos ser algo do tipo Banco Imobiliário / Banco Imobiliário Master / Banco Imobiliário Júnior / Banco Imobiliário Turma da Mônica / Banco Imobiliário com calculadora e cartão de verdade e por aí vão as milhões de versões de War, Detetive e por aí vai. Eu falo de games, de uma indústria voltada a alimentar nossos queridos consoles, computadores e smartphones, que gerou títulos com faturamento maior que blockbusters, que está avaliado globalmente em US$65 bilhões e que o Brasil participa a passos extremamente módicos, quase nulos e irrelevantes. Não quero desmerecer os tabuleiros, mas acho que estamos num ponto em que ou falamos de jogos, ou falamos de games. São realidades distintas, indústrias distintas.

      Img_0241

      A foto acima diz muita coisa: mostra a quatidade de jogadores de Call of Duty: Modern Warfare 3 espalhados pelo mundo, com EUA e Europa piscando massivamente, enquanto apenas algumas fagulhas são vistas no Brasil. Como se não pudesse ficar pior, a situação pode ainda ficar mais crítica com a possível aprovação do projeto de lei 170/06, do Senador Valdir Raupp (PMDB-RO). O projeto propõe tornar crime, com pena de um a três anos de reclusão, o ato de — ipsis litteris — fabricar, importar, distribuir, ter em depósito ou comercializar jogos de videogames ofensivos aos costumes ou às tradições dos povos, bem como a seus cultos, credos, religiões ou símbolos. O projeto de lei ainda permite o recolhimento e destruição do material, e a censura à publicidade desses jogos.

      Para começar esse texto, eu quero me abster de todos os lugares comuns de retórica que o brasileiro sempre usa para expressar sua justa indignação. Não dá pra dizer "os políticos deviam se preocupar com outras coisas", porque política é feita assim, de discutir temas concernentes à realidade da sociedade, e não de fechar o olho e deixar rolar. Também não é questão de simplesmente dizer que "político é tudo filho da puta", pois isso é simplesmente mais uma forma de omissão e conformismo. Por fim, querer colocar outros assuntos, como saúde ou segurança, no meio da discussão ao dizer que "eles deviam se preocupar com isso, e não com videogame", é outra falha grave que pouco contribui para o amadurecimento do assunto.

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      19 Jan 2012

      Dezenove oitenta-e-quatro, de George Orwell #stopSOPA

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      "Freedom is the freedom to say that two plus two make four. If that is granted, all else follows."

      Tudo que precisa ser dito sobre SOPA e PIPA já foi bem dito em vários sites, prefiro me prender aqui à obra que descreve o mundo como ele é hoje e como ele pode ficar ainda pior... pelo menos pra mim, que ainda posso escrever que dois mais dois é igual a quatro sem medo de ficar com tinta nas mãos. Já falei dele em outras passagens aqui no blog, mas essa semana é a mais apropriada para falar da magnum opus de George Orwell, 1984.

      Orwell-1984-1000
      "The best books, he perceived, are those that tell you what you know already."

      O livro é bem denso e complicado de ler, do início ao fim. O texto do Orwell percorre a história de Winston Smith, um integrante do baixo escalão do Partido e funcionário do Ministério da Verdade, de maneira sufocante e introspectiva. Dificilmente uma pessoa lê "1984" compreendendo apenas a camada mais superficial, o enredo dessa distopia: ou ela pára no meio, ou ela acaba aprofundando-se em pelo menos uma das múltiplas camadas de compreensão dessa obra. Seja a novafala (ou novilíngua), o fim da privacidade, a supressão da verdade, o duplipensamento, o totalitarismo, e todos os demais temas secundários que permeiam a obra, cada uma delas pode ser plenamente aprofundada ao ponto de vermos exemplos desses temas nos dias atuais, no cotidiano.

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      11 Jan 2012

      Incomodados gonna incomodar

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      Com uma rápida combinação de teclas, o sujeito fechou alguns aplicativos. Sem alarde, o relógio chegou às vinte e uma horas; sem alarde, ele olhou para cima e, com um suspiro, declarou seu dia encerrado. Aumentou o som dos alto-falantes do computador e selecionou cuidadosamente a música de fundo daquela noite. Após preparar a cama, recostou seu dorso, buscando conforto, e tomou o livro. Não havia nenhum programa especial, nenhum convite para sair com os amigos, nem nada que fizesse ele sair de casa naquele dia chuvoso: até chegar à ultima página, sua companhia seria as músicas de John Coltrane e Miles Davis e a graphic novel Fracasso de Público.

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      Como gosto de escrever, eventualmente escrevo um conto ou outro, nada que componha um bom livro. O parágrafo acima, contudo, não faz parte de nenhum deles, é basicamente a descrição da minha noite de ontem. Uma boa música, um bom livro, um ambiente calmo: tudo que uma pessoa precisa para estar tranquilo e curtir um momento de diversão literária. Num universo paralelo, eu poderia estar sentado à frente do Photoshop tentando criar uma versão gráfica de alguma piadinha sobre Michel Teló que já tenha sido contada pelo menos umas quinze mil vezes. Neste mesmo universo paralelo, ainda mais pessoas me odiariam por causa desse costume.

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      6 Jan 2012

      Impressões da F1 em 2011: balanço e pensamentos para 2012

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      Eu queria escrever este post antes da novela que a Williams vive para definir quem será o companheiro de Maldonado: Sutil, Senna ou Barrichello. Dentre todos, Rubens, ao meu ver, é o que trará melhores resultados técnicos para o time inglês. De qualquer forma, o que acontece com a Williams também acontece, em menor ou maior escala, com muitos dos que vivem de Formula 1 em várias instâncias: equipes, circuitos, pilotos, patrocinadores, associações... que é o dinheiro: a excessiva falta para uns e a exorbitante sobra dele para outros.

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      É fato que, sendo a categoria mais rápida sem fazer monopostos rodarem em círculos — como a Indy —, a Formula 1 tornou-se um grande balcão de negócios. A quantidade de dinheiro necessária para tocar uma equipe à frente multiplicou-se absurdamente de 20 anos para cá, à medida em que vencer tornou-se algo rentável e perder implica em prejuízo severo. Tem sido assim há varios anos... foi assim em 2011, em que a quantidade de pilotos pagantes foi pouco discreta, e poucos foram os que honraram o dinheiro gasto em seus postos, como o di Resta e o Perez. Não será diferente em 2012, em que as equipes nanicas e candidatas a nanicas, como a Williams, dependem do dinheiro dos pilotos para conseguir alguns pontos.

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      14 Dec 2011

      Corridas frias

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      Neste post, falarei de um filme que usa a temática de esportes para falar sobre a superação do ser humano. Um filme que mostra pessoas que, por meio do esporte, encontram motivação para serem mais fortes e mais determinados. Um filme que mostra que, no fundo, a essência do esporte não é vencer, mas chegar ao fim de uma luta. Um filme que mostra que é preciso disciplina para conseguir o que quer. Por fim, é um filme que mostra que, para ser melhor, é preciso ser, antes de tudo, você mesmo. Enfim, dedico este post ao saudoso filme "Rocky" "Jamaica Abaixo de Zero" (Cool Runnings, 1993).

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      É, de certa forma, fácil tecer parágrafos e parágrafos dedicados a filmes realmente grandiosos que falam dessas coisas. "Rocky" renderia um texto edificante para cada um dos temas supracitados (e rendeu um excelente episódio do Jurassicast). "O Campeão", "Menina de Ouro", "Hurricane: o Furacão", "Touro Indomável", "Desafiando Gigantes", todos esses filmes feitos para serem grandiosos em vários sentidos: atores famosos, diretores consagrados, orçamentos gordos. Muita gente ganha a vida falando muito sobre filmes que já têm seu lugar na história do cinema e quase ninguém ousa desmerecê-los (mesmo que realmente não mereçam), mas não é difícil falar de filmes assim.

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